terça-feira, 7 de abril de 2015

Artrite reumatoide: exercícios previnem e amenizam deformações



A artrite reumatoide é uma doença inflamatória autoimune, ou seja, anticorpos do próprio corpo reagem contra o organismo, no caso, contra a membrana sinovial – estrutura que compõe as articulações. Se não for tratada adequadamente, ela pode causar deformidades, principalmente nas pequenas articulações das mãos, punhos e pés e, com isso, limitar a capacidade funcional, tornando os portadores cada vez mais dependentes de ajuda.
A reumatologista Licia Maria Henrique da Mota, coordenadora da Comissão de Artrite Reumatoide da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), explica que ainda não se sabe exatamente quais são as causas da artrite reumatoide. “Sabemos apenas que ela é uma doença multifatorial, que envolve, principalmente, fatores genéticos e ambientais”.
No entanto, são bem conhecidas as formas de lidar com a doença, retardando sua progressão e aumentando a independência do portador. Além do tratamento medicamentoso, os exercícios físicos são importantes aliados.

Músculos mais fortes protegem as articulações

A reumatologista Tatiana Molinas Hasegawa, do Centro de Qualidade de Vida (CQV), em São Paulo, explica que músculos mais fortes ajudam a proteger a articulação inflamada pela doença autoimune. “A fisioterapia é fundamental em todas as fases da doença, seu objetivo é corrigir e prevenir a perda ou a limitação do movimento articular, a atrofia e a fraqueza muscular e a instabilidade das articulações”.
No início, a médica recomenda que a reabilitação seja feita com exercícios isométricos (feitos com a contração muscular sem o movimento do membro) e, posteriormente, com exercícios isotônicos (que envolvem a mesma contração muscular, mas agora com o movimento), introduzindo lentamente exercícios com carga. “Após um período de 12 a 16 semanas, dependendo da evolução de cada paciente, é possível iniciar exercícios de fortalecimento”. E depois desse tempo também que começam a aparecer os benefícios.

Alongamentos aumentam a amplitude de movimento

“Quanto mais cedo for iniciada a fisioterapia, menor será o prejuízo para os movimentos”, explica a reumatologista Tatiana. Além da prevenção, os exercícios de alongamento também aumentam a amplitude do movimento das articulações já prejudicadas, mas que não apresentam destruição irreversível. Infelizmente, se a rigidez já estiver em estágio mais grave, a técnica não vai trazer mais benefícios.

O exercício pode amenizar a dor articular

“Os exercícios que promovem o ganho de força muscular ajudam a liberar mediadores químicos que diminuem a inflamação, a dor e ainda proporcionam a sensação de bem-estar – neste caso, em razão da liberação do hormônio serotonina”, explica e reumatologista Tatiana Molinas.

A diminuição do peso corporal

O equilíbrio do peso diminui a sobrecarga articular, principalmente nas articulações dos joelhos, tornozelos e pés. A reumatologista Lícia Maria explica que, com isso, fica mais fácil controlar a doença, evitando dores e mantendo a funcionalidade corporal.

Mais independência e qualidade de vida

“O exercício físico ajuda a melhorar as funções articulares, fazendo com que as articulações inflamem menos, evitando desgaste da cartilagem das articulações e deformidades irreversíveis”, explica Licia Maria. Além disso, ele dá mais disposição e energia para encarar os desafios do dia a dia.

Previne doenças cardiovasculares

A reumatologista Licia Maria explica que a artrite reumatoide ataca o organismo como um todo, e, além das articulações, quem também sente seus efeitos é o sistema cardiovascular. “O risco de eventos como infarto e acidente vascular encefálico é maior no portador da doença”. Praticar exercícios físicos, em conjunto com uma dieta balanceada, ajuda no controle do peso e, em consequência, reduz as chances de aparecimento de uma doença cardiovascular.

Cuidados indispensáveis

“Mesmo os pacientes em fase inflamatória da doença, com dor e inchaço articular, podem se exercitar”, explica Tatiana Molinas. Mas há cuidados indispensáveis, como explica a especialista:
– O controle da força muscular deve ser acompanhado de perto por um profissional especializado, evitando que os pacientes tenham dor e prejuízo da função articular;
– A participação de uma equipe multidisciplinar – composta por médico, fisioterapeutas, nutricionistas e educador físico – é essencial para o controle da artrite, bem como para garantir a sua boa condição física para a prática de exercícios.
– É indispensável que o paciente esteja fazendo o correto uso da medicação. A atividade física não substitui o remédio.

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segunda-feira, 6 de abril de 2015

PROFESSOR MEU QUADRIL ESTALA????


Todos os dias algum pacientes ,aluno de pilates ou instrutores de Pilates em formação  se queixam:  meu quadril estala... qual o significado?


Essa condição é conhecida como "Snapping hip syndrome" ou "Estalido no quadril".

É uma condição clínica que atletas  e esportistas do atletismo, ginástica, patinagem artística e bailarinos, entre outros) que referem a  presença de um estalo perceptível e audível, causado por movimentos do quadril (articulação entre o fêmur e o ilíaco - coxo-femural).


Na maioria das vezes, os clicks são benignos, não causam dor ou desconforto.
 

A pessoa refere sentir e ouvir um estalo no seu quadril durante  os movimentos de flexão-extensão da coxa associados  a rotação.

Essa síndrome pode se apresentar de duas formas:

a) de origem externa - snapping ou estalo provocado pelo atrito da banda iliotibial ou grande glúteo sobre o grande trocanter (eminência óssea do lado externo do fêmur).

b) de origem interna - snapping ou estalo provocado pelo atrito entre o tendão do psoas-ilíaco (que passa pela face anterior da articulação coxo-femural ) e a eminência ileo-pectinea (ilíaco) ou a espinha ilíaca antero-inferior ou mesmo com face anterior da cápsula articular onde existe uma bursa  (estrutura que minimiza as forças de fricção).

Nos casos onde o estalido acompanha dor e desconforto  é necessário descartar outro tipo de lesões como a lesão do labrum (cartilagem que reveste a borda da cavidade acetabular, onde o fêmur se encaixa) ou a presença de corpos livres intra-articulares (se houver antecedentes traumáticos) ou mesmo patologia degenerativa da articulação coxo-femural, principalmente no caso de bailarinos ou atletas seniores.

Os fatores que podem levar ao seu aparecimento são:
- alterações posturais - coxa vara, hiper lordose lombar ou sua retificação;
- encurtamentos adaptativos do tensor da fascia-lata (banda ílio-tibial) e ou do psoas-ilíaco;
- perda de sinergismo muscular entre os músculos do complexo do quadril, e lombo-pélvico.

FIQUE  ATENTO

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DOR , FORMIGAMENTO OU DORMÊNCIA NA MÃO DURANTE O PILATES?



O que é?
     Esta síndrome é causada pela compressão do nervo mediano que passa por um canal estreito no punho chamado de Túnel do Carpo. A compressão é causada pelo aumento das estruturas que passam pelo túnel ou pelo seu espessamento.
     A doença é comum em pessoas que realizam trabalho manual com movimentos repetidos, mas também tem associação com alterações hormonais como menopausa e gravidez, o que explica a maior freqüência em mulheres na faixa de 35 a 60 anos. Outras doenças associadas são Diabetes Mellitus, artrite reumatóide e doenças da tireóide.
Sinais e sintomas
     Os sintomas mais freqüentes são: dor, choque, dormência, formigamento e perda da destreza nas mãos.
     A dor é pior a noite, principalmente após uso exagerado das mãos durante o dia e pode ser intensa a ponto de acordar o paciente. A dor pode irradiar para o braço e até para o ombro. Atividades que promovem a flexão do punho por longo período podem aumentar a dor.
     A diminuição da sensibilidade dos dedos, traduzida por dormência ou formigamento, acomete a palma da mão e poupa o dedo mínimo e o dorso da mão . Associada a uma certa fraqueza nas mãos, pode haver dificuldade de amarrar os sapatos, abotoar uma camisa e pegar objetos.
     Pode haver acometimento das 2 mãos em 60% dos casos.

     Caso os sintomas persistam por alguns dias, deve-se procurar um especialista. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico e iniciado o tratamento, melhores são os resultados.
     O tratamento conservador é feito com antiinflamatórios, imobilização, fisioterapia e medicamentos específicos para o nervo. Infiltrações com corticóide também podem ser realizadas. Nos casos mais graves ou refratários ao tratamento clínico, a cirurgia está indicada.


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Dr. Joel Steinman utiliza acupuntura no tratamento de diversas doenças infantis



A acupuntura estimula pontos específicos do corpo humano, onde se encontram muitas terminações nervosas.
Para as crianças  usamos técnicas de massagens, laser, eletroacupuntura  e estimulação dos pontos de acupuntura com pequenas sementes.
Quando fazer?

Doenças alérgicas respiratórias- asma e rinite
Enxaqueca 
Dor crônica
Constipação
Enurese noturna
Transtorno de Ansiedade
Distúrbios do sono
Náusea e vomito associado à Quimioterapia

Quais os benefícios?
A acupuntura tem grande efeito no estado emocional dos pequenos. Além de combater as doenças, é comum os pais observarem melhorias na qualidade de sono e comportamento escolar, entre outros.

Há contraindicação?
O tratamento não tem contraindicação, mas é necessário que seja feito com um profissional habilitado, com experência em atendimento infantil.

Quanto tempo demora?
As sessões demoram, em média, 10 a 15 minutos e são feitas uma vez por semana.Já o tempo de tratamento varia de acordo com a gravidade do distúrbio que a criança apresenta.
Vale salientar que a acupuntura é só um dos recursos . Para potencializar os resultados, podem ser adotados a alimentação bioenergética (equilíbrio através dos alimentos) e fitoterapia. É importante que desde cedo ensinemos nossos pequenos a conhecer e observar seu corpo e como o meio ambiente pode interferir em nossa saúde.


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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Pilates atua no tratamento e prevenção da dor crônica


Cerca de 40 milhões de brasileiros sofrem de dor crônica continuada por mais de três meses, ou seja, 30% dos adultos no Brasil têm o problema geralmente negligenciado por longo tempo. Atualmente, a doença passou a ser uma das prioridades da medicina fazendo surgir inúmeras alternativas para tratar o problema. E o Pilates está diretamente ligado a dores crônicas.
Destaca-se que as mulheres são as mais vulneráveis. A proporção hoje é de um homem doente para cada três mulheres com dor crônica que são afetadas especialmente nas pernas e costas, nos pés e na cabeça, o que leva à principal causa de faltas ao trabalho no país. “A dor crônica ocorre sem que haja estímulo doloroso, como acontece com boa parte das lombalgias, não tem função de ser sintoma de outra doença, persiste mesmo com a interrupção do estímulo doloroso e dura mais de três meses”. E vale lembrar que a dor crônica é diferente da dor aguda, que é um mecanismo de proteção, já que serve para avisar o organismo de que algo não vai bem. Além disso, a aguda vai embora assim que a origem do problema desaparece, e a dor crônica, “é como se o alarme de um carro fosse disparado sem que ele estivesse sendo roubado”.
Para resolver as dores crônicas, o Pilates é uma técnica que vem ganhando respaldo científico, e encorajando médicos a indicar para seus pacientes. “As razões para se buscar o Pilates são as mais variadas. Há desde os desejosos de esculpir o corpo, inspirados por celebridades como a cantora Madonna, até os interessados em exercícios capazes de ajudar na prevenção ou na recuperação de dores e lesões”.
O conceito do Pilates é o “centro de força”, são os músculos da coluna, do quadril, das coxas e do entorno do abdome, e o princípio do método é justamente fortalecer essas regiões para garantir uma boa sustentação para o corpo. “Além disso, o Pilates contribui para manter o peso. O trabalho muscular aumenta a massa magra no corpo que, por sua vez, potencializa o consumo calórico do organismo. Isso quer dizer que para ganhar músculos é necessário aumentar a quantidade de calorias consumidas pelo corpo para manter-se, pois as células musculares gastam mais energia para funcionar do que as células de gordura”.




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Pilates é importante aliado no combate aos sintomas da hérnia de disco


A dor lombar é um dos problemas mais comuns da sociedade moderna e é objeto de atenção entre especialistas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a incidência de lesões no tronco é muito alta no país e, em geral, de 60 a 80% da população já sofre ou sofrerá de dores na coluna em algum momento da vida. Mas os sintomas, como dores no braço, na perna, formigamento nos pés ou nas mãos, dormência nos braços ou nas pernas, diminuição de força e atrofia de musculatura, podem ser minimizados com exercícios físicos que buscam fortalecer, equilibrar e alongar a musculatura da coluna vertebral, como o Pilates.

Dos cerca de 5,5 milhões de brasileiros que possuem hérnia de disco, doença degenerativa da coluna vertebral, muitos têm recorrido ao método como auxílio na reabilitação. Bastante eficaz no tratamento, tanto a longo como em curto prazo, o Pilates atua em todas as fases da hérnia de disco, proporcionando em cada uma delas a melhora dos sintomas do paciente e evitando a reincidência da doença.

Durante as aulas são realizados exercícios que seguem os princípios básicos do método, como a contração dos músculos abdominais associado à respiração, que proporcionam a estabilização da coluna lombar e, consequentemente, a diminuição da dor. Não é à toa que a técnica cada vez mais cresce no Brasil e vem sendo utilizada não só como condicionamento físico, mas também com fim terapêutico.

— O Pilates é um condicionamento tanto físico quanto mental e, por ser completo, abrange o nosso corpo de maneira uniforme. Isso acaba por fortalecer, equilibrar e alongar a musculatura da coluna vertebral, trazendo um maior alinhamento e, em determinados casos, trazendo até uma diminuição das tensões existentes. Isso gera um alívio de pinçamentos e compressões dos discos, o que estimula a circulação na região.

E não há nenhuma restrição quanto à prática regular dos exercícios por quem sofre com a hérnia de disco, seja na fase aguda, subaguda ou crônica desde que sejam orientados por um profissional qualificado. Na fase inicial da doença, ele é geralmente associado a outras técnicas fisioterapêuticas como, por exemplo, a osteopatia e a reeducação postural global (RPG). Na fase subaguda são feitos exercícios com a coluna lombar apoiada no chão ou nos aparelhos, como o reformer e o cadillac, e, progressivamente, incluem-se os exercícios evitando as rotações de tronco e o esforço da musculatura tônica.

Já na fase crônica, o método Pilates é de grande importância para tratar as compensações, os encurtamentos musculares, as hipomobilidades, trabalhar a postura e o equilíbrio. Inicialmente o aluno passa por uma avaliação postural e por uma anamnese, onde serão detectados os desvios posturais, desequilíbrios musculares e as dores relatadas pelo próprio aluno. A partir daí é que será montado um programa de treinamento específico para este aluno, com objetivos pré-determinados e sempre respeitando as restrições ou limitações de cada um.

Mente e Corpo em Equilíbrio

O Pilates enfatiza muito o controle da mente sobre o corpo, bem como a suavidade, precisão e harmonia com que os movimentos devem ser realizados. Ele é baseado em seis princípios: respiração, centro de força (power house), concentração, controle, precisão e fluidez.

• Respiração
A respiração deve ser sempre coordenada com o movimento e, se adequada, favorece a organização do tronco, a sustentação lombo-pélvica e o relaxamento da musculatura inspiratória acessória dos ombros e do pescoço.

• Centro de Força (Power House)
É um conjunto de músculos responsáveis pela sustentação da coluna e dos órgãos internos. O fortalecimento desta musculatura proporciona a estabilização do tronco e um alinhamento biomecânico com menor gasto energético.

• Concentração
É a mente que guia o corpo. Deve-se dar atenção e importância a todas as partes do corpo para que o movimento seja realizado com a maior eficiência possível. É a transformação de um pensamento em movimento.

• Controle
É o melhor recrutamento da musculatura desejada. Visa um padrão suave e harmônico de movimento. O aprendizado motor dos movimentos também faz parte dos objetivos e benefícios do Pilates e está diretamente relacionado com o princípio da concentração.

• Precisão
Diz respeito ao refinamento do controle e equilíbrio dos diferentes músculos envolvidos num movimento, sem gasto desnecessário de energia a partir de contrações inadequadas, sejam elas exageradas ou deficientes.

• Fluidez
A fluidez e leveza dos movimentos permitem a utilização apenas da energia necessária para o movimento, sem desperdício. Os movimentos não têm início, meio ou fim. Desta forma, o organismo aproveita a fase concêntrica e excêntrica dos exercícios, resultando num treino equilibrado e funcional e protegendo os tecidos de possíveis desgastes prematuros.




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Desvios na coluna vertebral podem ser motivos de dores de cabeça


Embora menos comum e conhecida que a enxaqueca e a cefaleia tensional (em torno de 15% a 20% de todas as dores de cabeça), os sintomas da dor de cabeça secundária a alterações na coluna são velhos conhecidos: dor unilateral na altura dos olhos e na região lateral e posterior da cabeça. É uma dor com um componente cervical predominante e tem como principal causa alguma alteração cervical (do pescoço e da nuca).

— Esta alteração pode ser alguma doença cervical como uma hérnia de disco e osteoartrose, assim como contraturas, torcicolos e problemas posturais que podem acarretar dor de cabeça.

Maus hábitos

A tensão, preocupação, ansiedade e estresse são os grandes vilões da dor de cabeça da coluna, também chamada de cefaleia cervicogênica, pois ocorre um excesso de contratura muscular na região dos ombros, pescoço, músculo trapézio e músculos pericranianos como o temporal, masseter e occipital. A dor, normalmente moderada e com preponderância no sexo feminino, pode ser de um lado só ou dos dois lados, causar náuseas e sensibilidade à luz. Ela ocorre geralmente de duas a três vezes por semana e tem duração de horas ou até de dois a quatro dias.

É importante prestar atenção em posturas mantidas por mais de 20 minutos e, principalmente tomar cuidado com os movimentos com o pescoço, área mais próxima das três primeiras vértebras cervicais, a região onde se origina a cefaleia cervicogênica.

— É muito comum desenvolvermos problemas articulares, principalmente quando vai se aproximando da terceira idade ou quando não se pratica atividade física regular, por exemplo. E quando a dor de cabeça é consequência de problemas articulares, um especialista deve ser procurado para avaliar o problema e descobrir a causa.

Os pacientes com síndrome de cefaleia cervicogênica, no entanto, trazem um desafio, tanto para o estabelecimento de um diagnóstico preciso como para orientar os possíveis tratamentos. Muitas vezes há dificuldade em diferenciá-la da enxaqueca e da cefaleia tipo tensão, ambas tratadas com esquemas que não beneficiam a dor de cabeça da coluna. O tratamento normalmente é dividido em medidas físicas e tratamentos medicamentosos. Deve-se corrigir a postura quando alterada, com fisioterapia, e outras técnicas de relaxamento manual, como o shiatsu, podem ser incluídas no tratamento.

Exercícios para a prevenção

É possível começar desde já a diminuir os sintomas e a prevenir a cefaleia cervicogênica. São exercícios simples, que podem ser feitos a qualquer hora e em qualquer lugar:

Para aliviar a tensão no pescoço, movimente a cabeça para frente e para trás em ritmo lento.

Evite poltronas ou colchões muito macios.

Tente não permanecer na mesma posição por mais de 20 minutos.

Quando falar ao telefone segure-o com as mãos e não com os ombros.

Ao ler, posicione o livro na altura dos olhos para evitar ficar com a cabeça muito baixa.

Quem usa óculos deve prestar atenção ao grau, se é o adequado, pois quem não enxerga direito faz pequenos movimentos de inclinação ou aproximação para melhorar a imagem.



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