quarta-feira, 8 de abril de 2015

Veja algumas ameaças inusitadas à saúde do coração



As doenças cardiovasculares são líderes em morte no mundo, sendo responsáveis por quase 30% dos óbitos no Brasil. Dentre estas, o infarto agudo do miocárdio é a causa principal. Tabagismo, dieta rica em sódio, estresse e sedentarismo são apenas alguns dos vilões da saúde cardíaca. No entanto, existem outras ameaças que podem afetar principalmente aquelas pessoas que já possuem os fatores de risco conhecidos para doenças cardiovasculares, como pressão arterial e colesterol em níveis acima do normal. Conversamos com especialistas e listamos as armadilhas escondidas para a saúde do nosso coração. Confira:

Pastilhas efervescentes


Pode parecer estranho, mas essas bolhas escondem mais riscos ao coração do que você imagina. Segundo um estudo publicado em janeiro no British Medical Journal, existe uma relação entre as pastilhas e infartos ou AVC. Os pesquisadores da Universidade Dundee analisaram exames médicos de 1,2 milhões de pacientes britânicos e descobriram que tomadores regulares de medicamentos efervescentes eram sete vezes mais propensos a desenvolver pressão alta ou hipertensão, além de correrem um risco 16% maior para eventos cardiovasculares, como infarto e AVC. O estudo analisou 24 diferentes remédios efervescentes, incluindo os principais analgésicos, como paracetamol e ácido acetilsalicílico, assim como suplementos.
Essa relação acontece porque esses medicamentos possuem grandes quantidades de sódio. Segundo o estudo, algumas pastilhas de 69 mg a 415 mg de sódio –  aproximadamente um quinto de uma colher de chá. O consumo diário recomendado para um adulto é de 2000 mg a 2400 mg, equivalente a 6 gramas de sal.
Olhando para esses números isoladamente, os medicamentos não parecem oferecer uma ameaça tão grande – afinal, seria necessário ingerir uma quantidade muito grande deles para chegar as recomendações diárias estipuladas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). No entanto, devemos pensar que esses remédios só agregam à lista de alimentos ricos em sódio que são ingeridos ao longo do dia, como refrigerantes outros industrializados. “Quando em excesso no organismo, o sódio fica acumulado no sangue em vez de ser absorvido pelas células, ocorrendo o que chamamos de desequilíbrio osmótico, já há maior concentração do mineral fora das células do que dentro delas”, explica o cardiologista Luiz Ferlante, do Hospital Samaritano de São Paulo. Para equilibrar esses níveis, o corpo precisa de mais água circulando pelo sangue, reduzindo assim as concentrações de sódio. “A retenção de água faz o volume de sangue nas artérias aumentar, e por isso o coração precisa bombear mais sangue do que o normal, aumentando a pressão sanguínea”, diz Luiz. Quando esse problema se torna crônico, temos a hipertensão arterial, que por si só aumenta o risco de diversas doenças cardiovasculares.
Caso você use medicamentos efervescentes de forma contínua, converse com o médico e discuta seus riscos. Se não, o ideal é não usar com frequência e sempre ficar atento à alimentação de forma geral.


Doenças inflamatórias


Pesquisadores da Clínica Mayo descobriram que a artrite reumatoide pode ser considerada um fator de risco para doenças do coração. O levantamento sugere que as altas quantidades de moléculas inflamatórias no corpo dos pacientes com artrite reumatoide pode aumentar o risco de doença cardíaca. Esse estado inflamatório pode favorecer a oxidação do colesterol bom (HDL), que se transformará em colesterol ruim (LDL). Todo esse cenário favorece doenças como hipertensão, angina, insuficiência cardíaca, entre outros.
Entretanto, não é só a artrite reumatoide que pode elevar as inflamações no organismo. Outras doenças bem mais comuns, como obesidade e diabetes tipo 1, também são inflamatórias e aumentam o risco cardíaco quando descontroladas. “O tecido adiposo é um grande produtor de substâncias inflamatórias – e os adipócitos (células de estoque da gordura) aumentam em número e volume com aobesidade”, afirma o endocrinologista Isaac Benchimol, do Conselho Empresarial de Medicina e Saúde da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Ele explica que o organismo se cansa de corrigir o erro alimentar e o sedentarismo, e vai progressivamente lançando de volta na circulação o colesterol e os triglicerídeos que não conseguiu armazenar no fígado e tecido adiposo. Essa gordura em excesso no sangue pode formar placas e entupir as artérias, causando um infarto ou AVC. Já no caso do diabetes tipo 1, o excesso de glicose no sangue pode lesionar a parede das artérias, causando inflamações que podem corroborar com um aumento do risco de eventos cardiovasculares.


Temperaturas baixas


Um grupo de pesquisadores da London School of Hygiene and Tropical Medicine encontrou uma relação entre a temperatura do ambiente e o risco de ataque do coração. Eles descobriram que uma queda brusca na temperatura aumenta as chances de uma pessoa ter um infarto. Segundo os autores, a relação é tão estreita que a cada grau a menos em um único dia, há um aumento de 200 casos de infarto.
Os pesquisadores analisaram dados de 84 mil casos de infarto em hospitais entre 2003 e 2006 no Reino Unido, fazendo um levantamento de 15 áreas geográficas com temperaturas diferentes e que sofreram alterações climáticas. Eles descobriram que os casos de infarto aumentaram em 2% duas semanas depois de uma forte frente fria que atingiu a maioria das 15 zonas pesquisadas. “Nos dias frios, o corpo humano reage naturalmente à mudança de temperatura gerando uma vasoconstrição das artérias – e isso resulta em um aumento da pressão arterial”, explica a angiologista Aline Lamaita, da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.
Dessa forma, pessoas que já possuem fatores de risco para doenças cardiovasculares, como obesidade, sedentarismo e hipertensão, podem ter esses efeitos potencializados quando o termômetro fica mais baixo. O ideal é cuidar da saúde como um todo e ter atenção redobrada nos dias mais frios.


Combinação de medicamentos


É muito importante saber se como um medicamento interage com outros antes de tomar – e essa recomendação vale principalmente para aquelas pessoas que já fazem tratamento para algum problema cardiovascular, como a hipertensão. As estatinas, por exemplo, que servem para reduzir o acúmulo de placas de gordura nas artérias nos pacientes com colesterol alto, podem interagir com outros medicamentos, como a varfarina, um anticoagulante que pode ser indicado para a insuficiência cardíaca ou trombose. Além disso, antifúngicos, antidepressivos e antibióticos são processados pela mesma via no organismo, o que interfere no efeito de vários medicamentos protetores do coração. “Por isso é fundamental dizer durante a consulta quais medicamentos você já toma antes que ele faça a receita – isso ajuda o médico ou médica a prescrever um fármaco que não sofra interações”, alerta a farmacêutica Patrícia Moriel, da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).


Rotinas Desgastantes


Um levantamento feito pela Secretaria de Estado da Saúde aponta que, em média, 106 pessoas são internadas por dia em hospitais públicos no Estado de São Paulo com AVC. Um dos motivos apontados pela pesquisa é o estilo de vida urbano atual, que faz com que as pessoas sejam mais estressadas, sedentárias, consumam alimentos ricos em gorduras, fiquem acima do peso e desenvolvam pressão alta e diabetes antes do que acontecia antigamente.
A poluição sonora e visual das metrópoles, como anúncios luminosos, veículos e pessoas, podem levar a um quadro de estresse – a musculatura fica tensionada, o coração dispara, a pressão arterial sobe, o estômago fica cheio de suco gástrico e o intestino trabalha bem devagar, além da agitação que dificulta a concentração. De acordo com o clínico geral Dirceu Rodrigues Alves Junior, chefe do Departamento de Medicina de Tráfego Ocupacional na Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (ABRAMET), os veículos geram calor e poluente atmosféricos, além de fuligem. “A variação de temperatura, a vibração do veículo por conta dos buracos ou o barulho produzido pela vibração das janelas de um ônibus, por exemplo, debilitam a saúde da pessoa e podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares e outros problemas.”

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terça-feira, 7 de abril de 2015

Identificados fatores de risco para dor lombar



Obesidade, transtornos depressivos, dependência de nicotina e abuso de álcool aumentam a probabilidade de dor lombar. Além da baixa qualidade de vida subjetiva, isso também faz com que as pessoas faltem ao trabalho e acarreta custos médicos adicionais. Esse é o resultado de um novo estudo apresentado na Reunião Anual de 2015 da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos (AAOS, 24 a 28 de março) em Las Vegas, EUA.

Segundo os números da pesquisa de saúde nacional de 2012 dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (US Centers for Disease Control and Prevention, CDC), um terço dos adultos americanos relatou sofrer de dor lombar durante os últimos três meses. A identificação de fatores de risco modificáveis poderia contribuir para reduzir os custos emocionais e financeiros causados por esse quadro clínico, afirmaram os médicos.

Os cientistas analisaram dados eletrônicos de mais de 26 milhões de pessoas de 13 sistemas de saúde americanos. A dor lombar foi identificada em 1,2 milhão ou 4,54 por cento. Entre esses, 19,3% sofriam de depressão, 16,75% eram obesos, 16,53% eram dependentes de nicotina e 14,66% foram diagnosticados com abuso de álcool. O risco relativo de dor lombar nessas pessoas foi significativamente mais alto comparado a pessoas sem esses fatores. Com a dependência de nicotina, o risco era 4,49 vezes mais alto, com a obesidade grave, 6,0 vezes, com depressões, 5,51 vezes e com abuso de álcool, 3,32 vezes mais alto.

Os resultados devem, no futuro, ajudar os médicos a identificar pacientes de alto risco mais rapidamente e a aconselhá-los de modo mais eficaz, segundo o autor principal, Scott Shemory.

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Células-tronco melhoram a cicatrização de tendões após cirurgia do manguito



A injeção de células-tronco da própria medula óssea dos pacientes durante a cirurgia do manguito rotador melhora significativamente a cicatrização e a durabilidade dos tendões. Esse é o resultado de um estudo francês apresentado na Reunião Anual da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos (AAOS).

O estudo, conduzido no Centre Hospitalier Universitaire Henri-Mondor em Créteil (Ile-de-France), incluiu 90 pacientes que passaram por cirurgia do manguito rotador. Os pesquisadores dividiram-nos em dois grupos o mais uniformemente possível, com base em parâmetros como idade, sexo, tamanho da articulação, ombro dominante e localização, e tamanho da laceração do tendão do manguito.

Quarenta e cinco pacientes receberam injeções com concentrado de células-tronco mesenquimais (mesenchymal stem cells, MSCs) da medula óssea no centro cirúrgico, enquanto os outros 45 pacientes serviram como controles e não receberam MSCs. Ao longo dos dois anos subsequentes, os ombros dos pacientes foram verificados mensalmente usando-se ultrassom. Além disso, foram feitas imagens de RM aos três e seis meses após a cirurgia, assim como um ano, dois anos e dez anos depois.

Após seis meses, os tendões do manguito rotador haviam cicatrizado em todos os 45 pacientes que receberam MSCs. Entre os controles, isso só aconteceu em 30 pacientes (67 por cento). A injeção de concentrado de medula óssea também preveniu outras lesões e lesões recorrentes: após 10 anos, os manguitos rotadores estavam intactos em 39 (87 por cento) dos pacientes do grupo de MSC, mas em apenas em 20 pacientes (44 por cento) do outro grupo.

"As observações no grupo de tratamento MSC apoiam o potencial de que o tratamento com MSC tenha um benefício tanto em curto quanto ema longo prazo em reduzir a taxa de novas rupturas do tendão," o líder do estudo, Philippe Hernigou, resumiu os resultados.


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Artrite reumatoide: exercícios previnem e amenizam deformações



A artrite reumatoide é uma doença inflamatória autoimune, ou seja, anticorpos do próprio corpo reagem contra o organismo, no caso, contra a membrana sinovial – estrutura que compõe as articulações. Se não for tratada adequadamente, ela pode causar deformidades, principalmente nas pequenas articulações das mãos, punhos e pés e, com isso, limitar a capacidade funcional, tornando os portadores cada vez mais dependentes de ajuda.
A reumatologista Licia Maria Henrique da Mota, coordenadora da Comissão de Artrite Reumatoide da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), explica que ainda não se sabe exatamente quais são as causas da artrite reumatoide. “Sabemos apenas que ela é uma doença multifatorial, que envolve, principalmente, fatores genéticos e ambientais”.
No entanto, são bem conhecidas as formas de lidar com a doença, retardando sua progressão e aumentando a independência do portador. Além do tratamento medicamentoso, os exercícios físicos são importantes aliados.

Músculos mais fortes protegem as articulações

A reumatologista Tatiana Molinas Hasegawa, do Centro de Qualidade de Vida (CQV), em São Paulo, explica que músculos mais fortes ajudam a proteger a articulação inflamada pela doença autoimune. “A fisioterapia é fundamental em todas as fases da doença, seu objetivo é corrigir e prevenir a perda ou a limitação do movimento articular, a atrofia e a fraqueza muscular e a instabilidade das articulações”.
No início, a médica recomenda que a reabilitação seja feita com exercícios isométricos (feitos com a contração muscular sem o movimento do membro) e, posteriormente, com exercícios isotônicos (que envolvem a mesma contração muscular, mas agora com o movimento), introduzindo lentamente exercícios com carga. “Após um período de 12 a 16 semanas, dependendo da evolução de cada paciente, é possível iniciar exercícios de fortalecimento”. E depois desse tempo também que começam a aparecer os benefícios.

Alongamentos aumentam a amplitude de movimento

“Quanto mais cedo for iniciada a fisioterapia, menor será o prejuízo para os movimentos”, explica a reumatologista Tatiana. Além da prevenção, os exercícios de alongamento também aumentam a amplitude do movimento das articulações já prejudicadas, mas que não apresentam destruição irreversível. Infelizmente, se a rigidez já estiver em estágio mais grave, a técnica não vai trazer mais benefícios.

O exercício pode amenizar a dor articular

“Os exercícios que promovem o ganho de força muscular ajudam a liberar mediadores químicos que diminuem a inflamação, a dor e ainda proporcionam a sensação de bem-estar – neste caso, em razão da liberação do hormônio serotonina”, explica e reumatologista Tatiana Molinas.

A diminuição do peso corporal

O equilíbrio do peso diminui a sobrecarga articular, principalmente nas articulações dos joelhos, tornozelos e pés. A reumatologista Lícia Maria explica que, com isso, fica mais fácil controlar a doença, evitando dores e mantendo a funcionalidade corporal.

Mais independência e qualidade de vida

“O exercício físico ajuda a melhorar as funções articulares, fazendo com que as articulações inflamem menos, evitando desgaste da cartilagem das articulações e deformidades irreversíveis”, explica Licia Maria. Além disso, ele dá mais disposição e energia para encarar os desafios do dia a dia.

Previne doenças cardiovasculares

A reumatologista Licia Maria explica que a artrite reumatoide ataca o organismo como um todo, e, além das articulações, quem também sente seus efeitos é o sistema cardiovascular. “O risco de eventos como infarto e acidente vascular encefálico é maior no portador da doença”. Praticar exercícios físicos, em conjunto com uma dieta balanceada, ajuda no controle do peso e, em consequência, reduz as chances de aparecimento de uma doença cardiovascular.

Cuidados indispensáveis

“Mesmo os pacientes em fase inflamatória da doença, com dor e inchaço articular, podem se exercitar”, explica Tatiana Molinas. Mas há cuidados indispensáveis, como explica a especialista:
– O controle da força muscular deve ser acompanhado de perto por um profissional especializado, evitando que os pacientes tenham dor e prejuízo da função articular;
– A participação de uma equipe multidisciplinar – composta por médico, fisioterapeutas, nutricionistas e educador físico – é essencial para o controle da artrite, bem como para garantir a sua boa condição física para a prática de exercícios.
– É indispensável que o paciente esteja fazendo o correto uso da medicação. A atividade física não substitui o remédio.

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segunda-feira, 6 de abril de 2015

PROFESSOR MEU QUADRIL ESTALA????


Todos os dias algum pacientes ,aluno de pilates ou instrutores de Pilates em formação  se queixam:  meu quadril estala... qual o significado?


Essa condição é conhecida como "Snapping hip syndrome" ou "Estalido no quadril".

É uma condição clínica que atletas  e esportistas do atletismo, ginástica, patinagem artística e bailarinos, entre outros) que referem a  presença de um estalo perceptível e audível, causado por movimentos do quadril (articulação entre o fêmur e o ilíaco - coxo-femural).


Na maioria das vezes, os clicks são benignos, não causam dor ou desconforto.
 

A pessoa refere sentir e ouvir um estalo no seu quadril durante  os movimentos de flexão-extensão da coxa associados  a rotação.

Essa síndrome pode se apresentar de duas formas:

a) de origem externa - snapping ou estalo provocado pelo atrito da banda iliotibial ou grande glúteo sobre o grande trocanter (eminência óssea do lado externo do fêmur).

b) de origem interna - snapping ou estalo provocado pelo atrito entre o tendão do psoas-ilíaco (que passa pela face anterior da articulação coxo-femural ) e a eminência ileo-pectinea (ilíaco) ou a espinha ilíaca antero-inferior ou mesmo com face anterior da cápsula articular onde existe uma bursa  (estrutura que minimiza as forças de fricção).

Nos casos onde o estalido acompanha dor e desconforto  é necessário descartar outro tipo de lesões como a lesão do labrum (cartilagem que reveste a borda da cavidade acetabular, onde o fêmur se encaixa) ou a presença de corpos livres intra-articulares (se houver antecedentes traumáticos) ou mesmo patologia degenerativa da articulação coxo-femural, principalmente no caso de bailarinos ou atletas seniores.

Os fatores que podem levar ao seu aparecimento são:
- alterações posturais - coxa vara, hiper lordose lombar ou sua retificação;
- encurtamentos adaptativos do tensor da fascia-lata (banda ílio-tibial) e ou do psoas-ilíaco;
- perda de sinergismo muscular entre os músculos do complexo do quadril, e lombo-pélvico.

FIQUE  ATENTO

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DOR , FORMIGAMENTO OU DORMÊNCIA NA MÃO DURANTE O PILATES?



O que é?
     Esta síndrome é causada pela compressão do nervo mediano que passa por um canal estreito no punho chamado de Túnel do Carpo. A compressão é causada pelo aumento das estruturas que passam pelo túnel ou pelo seu espessamento.
     A doença é comum em pessoas que realizam trabalho manual com movimentos repetidos, mas também tem associação com alterações hormonais como menopausa e gravidez, o que explica a maior freqüência em mulheres na faixa de 35 a 60 anos. Outras doenças associadas são Diabetes Mellitus, artrite reumatóide e doenças da tireóide.
Sinais e sintomas
     Os sintomas mais freqüentes são: dor, choque, dormência, formigamento e perda da destreza nas mãos.
     A dor é pior a noite, principalmente após uso exagerado das mãos durante o dia e pode ser intensa a ponto de acordar o paciente. A dor pode irradiar para o braço e até para o ombro. Atividades que promovem a flexão do punho por longo período podem aumentar a dor.
     A diminuição da sensibilidade dos dedos, traduzida por dormência ou formigamento, acomete a palma da mão e poupa o dedo mínimo e o dorso da mão . Associada a uma certa fraqueza nas mãos, pode haver dificuldade de amarrar os sapatos, abotoar uma camisa e pegar objetos.
     Pode haver acometimento das 2 mãos em 60% dos casos.

     Caso os sintomas persistam por alguns dias, deve-se procurar um especialista. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico e iniciado o tratamento, melhores são os resultados.
     O tratamento conservador é feito com antiinflamatórios, imobilização, fisioterapia e medicamentos específicos para o nervo. Infiltrações com corticóide também podem ser realizadas. Nos casos mais graves ou refratários ao tratamento clínico, a cirurgia está indicada.


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Dr. Joel Steinman utiliza acupuntura no tratamento de diversas doenças infantis



A acupuntura estimula pontos específicos do corpo humano, onde se encontram muitas terminações nervosas.
Para as crianças  usamos técnicas de massagens, laser, eletroacupuntura  e estimulação dos pontos de acupuntura com pequenas sementes.
Quando fazer?

Doenças alérgicas respiratórias- asma e rinite
Enxaqueca 
Dor crônica
Constipação
Enurese noturna
Transtorno de Ansiedade
Distúrbios do sono
Náusea e vomito associado à Quimioterapia

Quais os benefícios?
A acupuntura tem grande efeito no estado emocional dos pequenos. Além de combater as doenças, é comum os pais observarem melhorias na qualidade de sono e comportamento escolar, entre outros.

Há contraindicação?
O tratamento não tem contraindicação, mas é necessário que seja feito com um profissional habilitado, com experência em atendimento infantil.

Quanto tempo demora?
As sessões demoram, em média, 10 a 15 minutos e são feitas uma vez por semana.Já o tempo de tratamento varia de acordo com a gravidade do distúrbio que a criança apresenta.
Vale salientar que a acupuntura é só um dos recursos . Para potencializar os resultados, podem ser adotados a alimentação bioenergética (equilíbrio através dos alimentos) e fitoterapia. É importante que desde cedo ensinemos nossos pequenos a conhecer e observar seu corpo e como o meio ambiente pode interferir em nossa saúde.


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