segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Onda gigante que pode ter superado a marca de 100 pés deixa Burle nas nuvens


Surfista ainda comemora a façanha que obteve em Portugal, que pode ser o novo recorde mundial.

O mito da onda de cem pés, uma espécie de limite imaginário entre o que é possível e o que é impossível para os surfistas ao redor do mundo, parece ter ido por água abaixo. O brasileiro Carlos Burle pode ter encontrado na Praia do Norte, em Nazaré (Portugal), uma montanha de água maior do que os 30,48 metros – valor equivalente a cem pés – e superado o atual recorde mundial, de 24 metros, que pertence ao norte-americano Garrett McNamara. “Foi a maior onda da minha vida”, diz o pernambucano, que desembarcará no Brasil nesta quinta-feira.

Ele evita a todo custo dar uma medida para a sua façanha, mas especialistas já começam a apontar que a onda surfada na última segunda-feira, pouco depois do acidente sofrido por Maya Gabeira no mesmo local, tinha de 30 a 36 metros de altura. “O que eu vi foi verídico”, afirma Burle. “Todas as pessoas falaram que eu tinha surfado a maior onda e as imagens estão aí, as evidências estão aí. Mas não quero nem pensar nisso, quero curtir o momento”, completa o surfista de 45 anos.

Segundo Burle, o mais importante foi estar no lugar certo na hora certa, em um dia em que o mar estava realmente grande. O local, no litoral de Portugal, proporciona condições únicas porque fica no fim de um imenso cânion submarino. Assim, a onda chega com uma velocidade grande à costa, mas, quando encontra um terreno mais elevado, a cerca de 500 metros da praia, ela desacelera e cresce de tamanho. “Encontramos uma condição de ondulação grande, com vento bom.”

Antes de pegar o que pode ter sido a onda de sua vida, Burle participou do resgate de Maya Gabeira, que, ao lado de Pedro Scooby e Felipe “Gordo” Cesarano, faz parte do time da Red Bull que foi até Portugal em busca das grandes ondas. Quando Maya caiu da onda com um tornozelo quebrado, Burle tentou puxá-la com o jet ski e, vendo que a moça não respirava mais, largou o equipamento e saltou na água para salvá-la pelos braços. “Foi muito bom poder sair daquela situação complicada”, comenta.

Depois de encaminhar Maya para um hospital e se certificar de que ela estava bem, o surfista queria voltar ao mar, o mesmo que quase tirou a vida da amiga e pupila. “O fato de ela ter sido atendida prontamente e ter ido para um hospital de primeiro mundo me tranquilizou”, conta o surfista. “Eu também quis voltar porque estava com outros, nós somos um time, e queria ver se eles estavam bem. Claro que queria pegar uma onda, pois sabia que aquele era um dia histórico. E foi justamente a última do dia. Fiz para mostrar que nós temos de viver as emoções, mas elas não podem dominar a gente.”

O tamanho da onda é definido pela análise das imagens em computador por especialistas, mas leva um tempo até se chegar ao veredito final. A estimativa é que só no próximo ano saia uma decisão. De qualquer forma, Burle sabe muito bem que o julgamento de uma onda é algo subjetivo, mas em sua cabeça ele tem a ideia exata da quantidade de água que estava vindo com força para tentar tirá-lo da prancha. “Posso não ter batido o recorde, mas estou feliz.”

Matéria publicada no site O Estado de S.Paulo.


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Especialistas dão dicas para evitar as dores nos joelhos


As dores nos joelhos podem surgir por causa de problemas em outras partes do corpo. Quando uma pessoa tem o joelho valgo dinâmico e não fortalece os músculos, ela pode vir a ter a condromalácia patelar, que é o amolecimento da cartilagem causado pela sobrecarga. Essa sobrecarga pode causar desgaste da cartilagem.

Por que os nossos joelhos doem? O ortopedista Wilson Mello explicou porque uma lesão no joelho pode atrapalhar a vida toda. Por isso, é importante tratar. O professor de jump Jonathan Mota deu dicas para você começar a fazer as aulas.

As dores no joelho podem surgir por causa de problemas em outras partes do corpo. Quando uma pessoa tem o joelho valgo dinâmico e não fortalece os músculos, ela pode vir a ter a condromalácia patelar, que é o amolecimento da cartilagem causado pela sobrecarga. Essa sobrecarga pode causar desgaste da cartilagem.

Um teste simples pode ajudar a descobrir se você tem a condromalácia patelar: fique de pé com uma perna só e dobre o joelho. Se ele for para dentro, é sinal de condromalácia. A posição correta dos joelhos é para frente. Quando ele vai para dentro é sinal de desequilíbrio da musculatura do quadril, glúteos e coxas.

A tendinite é a degeneração dos tendões dos joelhos. As causas são sempre relacionadas com sobrecarga muito excessiva. Quando há uma sobrecarga muito grande, as fibras dos tendões se rompem e não se renovam mais.

Há quatro graus de tendinite. No grau um, a pessoa sente dores durante a atividade física; no grau dois, a dor permanece, mesmo depois do exercício; no grau três, a pessoa não consegue fazer atividade física por causa da dor; já no grau quatro ocorre a ruptura do tendão. O tratamento é o fortalecimento da musculatura. A cirurgia é indicada nos graus três e quatro.

Já os meniscos têm a função de distribuir carga entre fêmur e tíbia. A lesão pode ocorrer em duas situações: quando a pessoa sofre um trauma rotacional e machuca o menisco ou quando ocorre uma lesão degenerativa. Na maioria das vezes, o tratamento é o fortalecimento muscular e perda de peso.


Matéria publicada no site Globo.com


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Idosos saudáveis resistem mais a calor, mas não à umidade


Os pesquisadores avaliaram os efeitos do estresse térmico sobre o desempenho cognitivo de 68 idosos com idade média de 73,3 anos, com bom desempenho físico e cognitivo – caracterizado pela boa saúde mental e caminhar de modo independente, entre outros aspectos. Os idosos são pacientes do serviço de geriatria do HC-FMUSP ou participantes do programa “Universidade aberta à terceira idade”, da USP.

Os idosos são mais vulneráveis aos sucessivos recordes de temperatura registrados em diferentes partes do mundo nos últimos anos, que induzem, por exemplo, a alterações no mecanismo de controle da temperatura corpórea, conforme apontam especialistas da área de geriatria.

Um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina e do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmoféricas (IAG), da Universidade de São Paulo (USP), constatou, contudo, que idosos saudáveis são capazer de tolerar um calor de 32 ºC, por exemplo – temperatura que representa um dia quente de verão em São Paulo –, mantendo um bom desempenho cognitivo.

Resultado de um projeto realizado no âmbito do Instituto Nacional de Análise Integrada de Risco Ambiental – um dos INCTs apoiados pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no Estado de São Paulo –, o estudo foi descrito em um artigo publicado na revista Age, da Associação Americana de Envelhecimento.

“Observamos que o desempenho cognitivo de idosos com boa funcionalidade não sofreu efeitos nocivos da exposição ao calor”, disse Beatriz Maria Trezza, geriatra do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP e primeira autora do estudo, à Agência FAPESP.

Os pesquisadores avaliaram os efeitos do estresse térmico sobre o desempenho cognitivo de 68 idosos com idade média de 73,3 anos, com bom desempenho físico e cognitivo – caracterizado pela boa saúde mental e caminhar de modo independente, entre outros aspectos. Os idosos são pacientes do serviço de geriatria do HC-FMUSP ou participantes do programa “Universidade aberta à terceira idade”, da USP.

Para realizar o estudo, os pesquisadores fizeram um ensaio clínico em que submeteram os idosos a uma bateria de cinco testes neuropsicológicos computadorizados realizados sucessivamente em salas com temperatura controlada de 24 ºC – considerada confortável para atividade leve – e de 32 ºC.

Selecionados da Bateria Neuropsicológica Automatizada de Testes de Cambridge (Cantab, em inglês) – um software desenvolvido pela Cambridge University, do Reino Unido –, os cinco testes avaliaram diferentes aspectos do desempenho cognitivo dos idosos, como memória, atenção, tempo de reação a um estímulo visual e aprendizado.

Os resultados dos testes indicaram que não houve diferenças significativas no desempenho cognitivo dos idosos no ambiente com temperatura de 32 ºC em comparação com o de 24 ºC.

“As análises dos testes, como um todo, mostraram que o desempenho cognitivo dos idosos foi mantido no ambiente com 32 ºC”, afirmou Trezza. “A população de idosos que avaliamos, entretanto, é bastante específica e talvez por isso seja menos vulnerável ao estresse térmico”, avaliou.

Umidade e atividade física

Os pesquisadores também fizeram uma análise de interação dos resultados dos testes: dividiram os idosos em diferentes grupos – só de homens, mulheres (que representaram 69% dos participantes), mais velhos e mais ativos ou sedentários – com o objetivo de verificar se algum deles era mais suscetível aos efeitos do calor.

Ao dividir os idosos em dois grupos, submetidos a uma mesma temperatura, de 32 ºC, mas com umidades relativas do ar diferentes – um grupo com umidade relativa menor ou igual a 57,8% (a média da umidade calculada nos testes de variação de calor) e outro com umidade superior a essa –, os pesquisadores observaram que o grupo exposto à temperatura de 32 ºC com umidade relativa do ar acima de 57,8% sofreu os efeitos deletérios desse calor mais úmido em seu desempenho nos testes cognitivos.

Em contrapartida, não foram observadas diferenças significativas no desempenho cognitivo do grupo de 33 idosos expostos a um calor mais seco, com umidade menor ou igual a 57,8%.


“Durante os testes, a temperatura de calor, de 32 ºC, foi muito bem controlada, mas não tivemos como controlar a umidade relativa do ar”, explicou Trezza.

Por meio de um Projeto Temático, realizado com apoio da FAPESP, os pesquisadores estão realizando uma nova bateria de testes com o mesmo perfil de idosos em que pretendem comparar o desempenho cognitivo deles sob uma temperatura de 32 ºC, com diferentes níveis de umidade relativa do ar.

“Pretendemos certificar se a umidade relativa do ar realmente é um fator que afeta o desempenho cognitivo dos idosos, porque só sob efeito do calor não houve diferença”, disse Fábio Luiz Teixeira Gonçalves, professor do IAG-USP e coordenador do projeto.

Os pesquisadores ainda não sabem exatamente porque o nível de umidade relativa do ar influencia o desempenho cognitivo dos idosos.

Uma das hipóteses é que, quanto maior a umidade relativa do ar em altas temperaturas, maior o estresse do calor sobre o corpo humano.

Isso porque um dos principais mecanismos do corpo humano para perder calor em um dia quente – com temperatura acima dos 30 ºC – é a transpiração.

Com o nível de umidade relativa do ar mais alto em um dia quente, menor é a possibilidade de transpirar e é mais difícil regular a temperatura corpórea, principalmente pelos idosos, explicou Trezza.

“O estresse na regulação da temperatura corpórea acaba competindo com o funcionamento do cérebro. A rede neural, que está tentando manter a temperatura estável do corpo, tem que se preocupar com outra função ao mesmo tempo”, detalhou.

Os pesquisadores também constataram que a frequência de atividade física influencia o efeito do calor no desempenho cognitivo dos idosos.

Os idosos que declararam fazer atividade física com frequência menor do que quatro vezes por semana apresentaram pior desempenho cognitivo sob o calor do que aqueles que afirmaram fazer atividade física com frequência maior do que quatro dias.

“O controle térmico do corpo de pessoas que fazem mais atividade física é melhor do que o dos sedentários”, explicou Trezza. “Quando se faz atividade física, a temperatura do corpo aumenta e ele vai aprendendo a dissipar calor”, disse.

Estudo pioneiro

De acordo com a pesquisadora, o estudo sobre o efeito do calor no desempenho cognitivo de idosos é pioneiro.

Isso porque já têm sido realizados estudos nessa linha com militares, trabalhadores expostos a ambientes extremos e jovens. Mas, até então, ainda não tinha sido feito nenhum estudo específico com idosos.

“Paralelamente às mudanças climáticas globais, também está ocorrendo um processo de envelhecimento populacional. Um dos objetivos do estudo foi tentar entender como uma população que está envelhecendo e que sofrerá mudanças no controle da temperatura corpórea irá conviver com um clima que está esquentando”, disse Trezza.

Juntamente com os recém-nascidos, os idosos foram as maiores vítimas das ondas de calor registradas em diferentes partes do mundo nos últimos anos, como no verão de 2003 na Europa.

“A sensibilidade dos idosos ao calor é menor e eles têm menor percepção da variação da temperatura, desencadeando uma resposta comportamental mais tardiamente”, disse Trezza.

Ao perguntar aos idosos participantes do estudo se estavam confortáveis ou desconfortáveis sob a temperatura de 32 ºC, aproximadamente um terço respondeu que estava confortável.

O artigo “Environmental heat exposure and cognitive performance in older adults: a controlled trial” (doi: 10.1007/s11357-015-9783-z), de Trezza e outros, pode ser lido na revista Age aqui.

Matéria publicada no site Exame


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Chá mate potencializa a queima de gordura e ajuda a emagrecer


Segundo a nutróloga da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia) Marcela Voris, o chá mate é um alimento termogênico excelente desde que consumido sem açúcar para que sejam mantidas as propriedades da erva.

Que a água é peça chave no processo de emagrecimento, todo mundo sabe. A importância de se hidratar cresce ainda mais no verão, principalmente nos dias quentes em que as pessoas gastam mais água. Porém, há outros líquidos que podem contribuir para a hidratação e ainda auxiliar na perda de peso, como o chá mate.

Segundo a nutróloga da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia) Marcela Voris, o chá mate é um alimento termogênico excelente desde que consumido sem açúcar para que sejam mantidas as propriedades da erva.

— Alguns pacientes preferem manipular em comprimidos, então, é possível fazer em forma de extrato seco, padronizado em fórmulas para ingerir antes de uma refeição mais calórica ou atividade física.

É possível queimar mais gordura sem fazer mais exercício?

As folhas da erva mate, além de conterem elementos termogênicos naturais, também contêm cafeína, uma propriedade antioxidante.

Estudos desenvolvidos por pesquisadores da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) mostraram que a ingestão do chá não apenas auxilia na queima de gordura no fígado e na perda de peso, como também aumenta o nível de HDL no sangue, o colesterol bom. Além disso, ainda controla a taxa de glicemia e tem papel cardioprotetor.

— A recomendação é que sejam ingeridos 100 a 200mg da erva por dia.

Mudanças nos hábitos como trocar alimentos gordurosos por opções menos calóricas, preferir os carboidratos integrais e fazer exercícios físicos são medidas que potencializam a perda de peso.

Matéria publicada no site R7

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Por que reeducar a mente é tão importante quanto a reeducação alimentar?


Encarar o processo de mudança nem sempre é simples, mas pode ser libertador. É o primeiro passo para alcançar o objetivo e chegar ao “pra sempre”. Mas por que reprogramar a mente é tão importante para a eficácia de uma dieta? Porque para alcançar um objetivo são necessárias estratégias, e nada melhor que domar as emoções que o autoconhecimento.

Karol Garcia já fez todas as dietas possíveis, imagináveis e ainda criou as próprias. A balança não se mexeu e vieram a frustração e o desejo de comer mais e mais. Se matriculou na academia, fechou o pacote para um ano, mas dois dias foram suficientes para descobrir que detesta malhar! E quantas vezes – diante de tudo isso -, se olhou no espelho e ficou infeliz com o que viu?

Por que isso acontece? Por que chegou a este ponto? Há quantos anos vem acumulando quilos que não deseja? Qual foi o “start” para chegar até o peso que chegou? Para alcançar seu objetivo, talvez seja necessário responder a perguntas como essas para você passar por uma transformação interior: melhorar a relação com você mesmo.


Encarar o processo de mudança nem sempre é simples, mas pode ser libertador. É o primeiro passo para alcançar o objetivo e chegar ao “pra sempre”.

Mas por que reprogramar a mente é tão importante para a eficácia de uma dieta? Porque para alcançar um objetivo são necessárias estratégias, e nada melhor que domar as emoções que o autoconhecimento. Ou seja, sabendo os seus limites, seus defeitos, qualidade e potencialidades você passará a usá-los a seu favor – neste caso para a perda de peso.


Quando comecei o processo de reprogramação mental eu não tinha ideia de que um dia seria uma coach de emagrecimento. O processo começou por questão de saúde – tinha alergias e fumava muito –, e decidi não pensar mais nos quilos a perder, mas sim na saúde a ganhar. Com essa estratégia “simples” mudei meu estilo de vida, passei a me alimentar com produtos saudáveis, a fazer atividade física e, entre tantos outros benefícios, eliminei quase 25kg,

Mas foi durante a minha formação (busquei por outros motivos) que descobri realmente como o processo de Coaching, com suas diversas técnicas e ferramentas comportamentais, ajuda sim quem deseja emagrecer.

Quando uma pessoa vivencia o processo de Coaching de Emagrecimento (ou Wellness Coaching – Coaching de Bem-estar, como eu prefiro), ela tem a oportunidade de conhecer a fundo os fatores que causam seu transtorno e trabalhar para eliminar os focos desta compulsão.


Na verdade, o que a pessoa precisa não é apenas uma mudança alimentar, mas mudar a forma com que relaciona suas emoções com a comida.

O programa individual de acompanhamento ajuda a ter motivação para vencer seus bloqueios, comportamentos e crenças limitantes. Outro benefício é retomada da autoestima e da autoconfiança, perdidas pelo excesso de peso. Consequentemente isso será levado para outras áreas da vida.


Eu mesma me descobri assumindo outra profissão. Mas antes disso, ter eliminado peso reprogramando minha mente me fez uma pessoa melhor, uma mãe, esposa, filha, profissional melhor! A minha vivência aliada ao Coaching permite hoje ser uma coach especialista nesta área.

Ao invés de desistir de mim, transformei minhas vivências em aprendizados, crescimento e motivação para seguir em frente. E hoje eu digo: quer emagrecer com qualidade, a dica é: renda-se ao Coaching! Você ganhará não apenas um novo corpo, mas uma nova vida.

(*) Karol Garcia é jornalista, palestrante, consultora, coach especializada em Bem-estar e Emagrecimento e analista comportamental pelo Instituto Brasileiro de Coaching. Criadora do Programa de Emagrecimento com Coaching UniversoKG e editora do site/blog UniversoKG.

Matéria publicada no site A Tribuna MT

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Colesterol alto pode ser hereditário


Muitas pessoas seguem uma dieta equilibrada, não apresentam problemas de peso, conservam um estilo de vida saudável e mesmo assim possuem colesterol elevado. Isso pode estar relacionado com a hereditariedade.

A hipercolesterolemia familiar é uma doença genética, sem cura, na qual existe um defeito no gene responsável pelo o receptor de LDL, moléculas localizadas no fígado. Essas moléculas são encarregadas de se ligar ao LDL para retirá-lo da corrente sanguínea e na hipercolesterolemia familiar a função desses receptores estão prejudicadas. Como resultado, o nível de LDL no sangue fica muito aumentado.

Acredita-se que entre 250 e 350 mil brasileiros sofram com a doença. “Como se trata de um mal silencioso, já que é responsável por 5% a 10% dos casos de eventos cardiovasculares em pessoas abaixo de 50 anos, procurem auxílio médico e investiguem quando for indicado”, alerta a Dra. Talita Poli Biason, gerente médica da unidade MIP (Medicamento Isento de Prescrição) do Aché Laboratórios Farmacêuticos.

Além da prescrição de medicamentos, segundo a doutora, quem sofre de hipercolesterolemia familiar deve consultar um especialista, adotar novos hábitos alimentares e incluir atividade física na rotina de vida. A suplementação à base de fitoesteróis é outra possível indicação nesses casos, complementando o tratamento.

Os fitoesteróis são considerados um alimento funcional capaz de auxiliar na redução de 8% a 15% do nível de colesterol ruim (LDL) no sangue, a partir da terceira semana de uso, ajudando na manutenção da saúde cardiovascular. Ao alcançar o intestino, os fitoesteróis competem com o colesterol ingerido, reduzindo a sua absorção.

Matéria publicada no site Notícias ao Minuto

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

O que são suplementos alimentares?


Suplementos são vitaminas e/ou minerais isolados ou combinados entre si, que não ultrapassem 100% da Ingestão Diária Recomendada (DRI). Quando maior que 100% da DRI, o suplemento somente deve ser comercializado sob prescrição médica e/ou nutricionista.

Já outros recursos ergogênicos (recursos ergogênicos são substâncias ou artifícios utilizados com o objetivo de melhorar o desempenho esportivo e a recuperação após o exercícios) nutricionais utilizados na busca de um maior desempenho esportivo, como aminoácidos, hipercalóricos, bebidas isotônicas, produtos a base de carboidratos, entre outros são classificados, de acordo com a portaria n° 222, de 24 de março de 1988, do ministro da Saúde, em cinco categorias distintas:

* Repositores hidroeletrolíticos: esses produtos são formulados a partir de concentração variada de eletrólitos, associada a concentrações variadas de carboidratos, como objetivo de reposição hídrica e eletrolítica decorrente da prática de atividade física.
* Repositores energéticos: são produtos formulados com nutrientes que permitem o alcance e/ou manutenção do nível apropriado de energia para atletas.
* Alimentos proteicos: são produtos como predominância de proteínas isoladas, ou não, em sua composição, formulados com o intuito de aumentar a ingestão desses nutrientes ou completar a dieta dos atletas, cuja necessidades proteicas não estejam sendo satisfatoriamente supridas pelas fontes habituais.
* Alimentos compensadores: produtos formulados de forma variada para serem utilizados na adequação de nutrientes da dieta de praticantes de atividade física. Estes ainda devem ser formulados seguindo alguns critérios como:
– Carboidrato: abaixo de 90%
– Proteínas: da quantidade total, no mínimo 65% deve ser de alto valor biológico.
– Lipídios: deve conter uma concentração equivalente a um terço de gorduras, monoinsaturada e poli-insaturadas.
– Pode ser acrescido ou não vitaminas desde que não ultrapasse a IDR de um adulto.

Por sua vez, o Dietary Suplements Health and Education ACT (DSHEA) define suplementos nutricionais como produtos alimentícios acrescido à dieta e que contenham na sua composição pelo menos um dos seguintes ingredientes: vitaminas, minerais, ervas ou plantas, aminoácidos, extrato ou combinação de qualquer um desses ingredientes.

Define-se também, como suplementos alimentar, algo que é somado à dieta, principalmente para a correção de alguma carência nutricional, não sendo apenas utilizado como um recurso ergogênico voltado para o desempenho esportivo.

Afinal de contas, quem precisa de suplementação?

Segundo a Organização Mundial da Saúde OMS, a saúde caracterizada como um completo bem-estar físico, social e mental. Dessa forma, uma pessoa pode estar abaixo de seus níveis ótimos de bem-estar celular, orgânico, psicológico, social e anda não apresentar nenhum sintoma de doenças; mesmo assim, o seu nível de saúde pode estar subotimizado. Tal individuo, em um conceito mais amplo, não é considerado saudável.

A ingestão adequada de nutrientes é essencial para a manutenção da saúde do nosso organismo. Isso fica claro em razão do grande número de estudos realizados que buscam elaborar recomendações em relação a quantidade ideais de nutrientes que devem ser ingeridas na dieta. No entanto não existem tabelas de recomendações oriundas de estudos desenvolvidos com a população brasileira.

As RDA’s são elaboradas pensando na absorção incompleta, nas variações individuais das necessidades diárias e na biodisponibilidade dos nutrientes, buscando atender às necessidades diárias de um individuo saudável. Entretanto, essas recomendações não são elaboradas visando atender o individuo saudável. Entretanto, essas recomendações não são elaboradas visando atender indivíduos que praticam exercícios físicos reguladores.

Valores de referencias segundo as RDA’s para algumas vitaminas e minerais para um indivíduo adulto.

Os praticantes de exercícios físicos regulares e, principalmente, os atletas têm uma demanda alimentar superior à das pessoas sedentárias, daí que sua recomendação das RDI’s é elaborada. Dessa forma, podem ocorrer deficiências na concentração dos macro e micronutrientes, alterando o desempenho, principalmente quando se trata de esportes de alto rendimento. Nesse sentido a utilização de suplemento, sobretudo por atletas, torna-se fundamental, pois são criadas lacunas que uma refeição cotidiana não consegue suprir fornecendo suporte para que sejam alcançados os seguintes objetivos:

* aumentar os estoques energéticos em células musculares hepáticas;
* fornecer íons perdidos durante a transpiração;
* acelerar o processo de recuperação após o treinamento e a competição.

Na busca pelo desempenho físico esportivo diversos fatores são extremamente importantes para que o atleta possa atingir o Máximo de seu rendimento físico. Nesse sentido, não podemos deixar de lado a Nutrição Esportiva, porque existem vários fatores alimentares que podem influenciar os aspectos biomecânicos, psicológicos e fisiológicos do esporte. Por exemplo, perder o excesso de gordura corporal melhora a eficiência biomecânica, ingerir carboidratos durante o exercício possibilita a manutenção das concentrações normais de glicose no sangue, consumir quantidade adequada de ferro garante uma boa concentração de hemoglobina, com o consequentemente suprimento de oxigênio aos músculos. Lembrando que a suplementação é individual e dever ser prescrita por nutricionista.

(Juliana Monteiro Senra, nutricionista CRN1/10456, pós-graduanda em Nutrição Esportiva – Fanut).

Matéria publicada no site Diário da Manhã


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